terça-feira, 9 de agosto de 2011

Lei proíbe depravação musical

A Assembleia Legislativa de Pernambuco analisa uma proposta do deputado Luciano Siqueira que proíbe o uso de recursos públicos para contratação de artistas que em suas músicas, danças ou coreografias desvalorizem, incentivem a violência ou exponham as mulheres, os negros, as lésbicas, os homossexuais, os bissexuais, os transexuais, os travestis e as prostitutas a situações de constrangimento.
Isso vale para órgãos da administração direta e indireta. O gestor público que descumprir, deve devolver aos cofres públicos o total do valor contratado. Em caso de reincidência, o gestor arcará com o dobro da multa estipulada. A fiscalização será feita pelo Tribunal de Contas do Estado que aplicará as sanções previstas nesta Lei.
Há muito tempo as letras fajutas que muitas bandas teimam em chamar de música, não exprimem sentimentos, nem transmitem mensagens através de sons. As únicas coisas que incentivam é prostituição, violência e preconceito, ou seja, utilizam um instrumento cultural nobre, para construir uma sociedade, mais suja, mais feia e que provoca descontrole familiar, além de escândalos sexuais com menores de idade, como tem ocorrido em tantas cidades deste país.
Não dá pra entender qual o prazer dos contratantes dessas bandas em pagar para esses desocupados denegrirem sua moral e a moral de outros cidadãos. A jogar no rosto que esposas, filhas e outras parentes não passam de devassas. Está de parabéns o deputado Luciano Siqueira que conclui seu projeto dizendo que “uma sociedade não pode favorecer ou estimular preconceitos, desvalorização, inferiorização, depreciação entre os seus membros. É antiético, desrespeitoso, nocivo ao convívio e estimulador e provocador de violência. Portanto, constitui um problema cada vez mais grave a ser enfrentado”.

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